sábado, 31 de dezembro de 2011

Parábola do Rico e de Lázaro

A PARÁBOLA DO RICO E DE LÁZARO

            “Ora, havia um homem rico e vestido de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalado e esplendidamente.
                Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele;
                E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.
                E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e  morreu também o rico e foi sepultado.
                E no Hades, ergueu os olhos, estado em tormentos e viu ao longe Abraão e Lázaro em seu seio.
                E, clamando, disse: - Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
                Disse, porém, Abraão: - Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua via, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado.
                E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tão pouco os de lá passar para cá.
                E disse ele: - Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.
                Porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim que não venham para este lugar de tormento.
                Disse-lhe Abraão: - Eles têm Moisés e os profetas, ouçam-nos.
                E disse ele: - Não pai Abraão, mas se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam.
                Porém Abraão lhe disse: - Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.”
                                                                                              (Lucas: Cap.16 v. 19-31)


            Da mesma forma como sucede com todas as parábolas de Jesus, a do Rico e Lázaro também tem o seu endereço certo: destina-se aos ricos egoístas e avarentos, que não sabem aplicar de modo comedido a riqueza que Deus colocou, transitoriamente, em suas mãos.
            É indubitável que existem ricos bons e generosos, que fazem com que a fortuna colocada em suas mãos gere bem-estar e felicidade em toda uma comunidade, pois, fundam escolas, amparam instituições assistenciais, fomentam os organismos que preservam a saúde e tranqüilizam aqueles que estão em sua dependência. Por outro lado, existem os ricos que podem ser catalogados como maus, pois são perdulários, egoístas, avarentos, não se preocupam com o status social daqueles que estão em sua dependência, aliás, expoliam, acumulam, apenas voltam-se com eles próprios e com sua descendência.
            Muitos ricos desconsideram os pobres e dizem: - Façam como eu. Enriqueça de qualquer forma, mesmo que seja muitas vezes em detrimento dos menos favorecidos pela fortuna, dos pobres, e daqueles que, muitas vezes, não têm o mínimo necessário para poderem subsistir. Esses homens desconhecem que existe uma lei de causas e efeitos, que a Justiça Divina exige reajustes, que o rico egoísta e avarento de hoje, poderá ser, através do processo reencarnatório, o pobre e mesmo o mendigo de amanhã.
            Outros ricos, embora não menosprezando os pobres, também nada fazem para minorar suas situações aflitivas. Não se preocupam com os problemas que assediam aqueles que os rodeiam, e colocam sempre, em primeiro plano, a sua situação pessoal. Consideram como seu próximo apenas pessoas que pertencem ao seu círculo familiar.
            Quando Jesus Cristo afirmou que “é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos Céus”, obviamente se referiu a essa classe de ricos egoístas e avarentos, e não aos ricos que fazem com que suas fortunas sejam uma fonte perene de bens e que favoreçam os menos aquinhoados de bens materiais.
            Na descrição da parábola observamos aspectos interessantes: o rico realizava diariamente lautos banquetes com seus amigos e, jamais se preocupou com a situação aflitiva de Lázaro que, diariamente, se postava nos portões de sua casa, aguardando, pacientemente, que os criados atirassem os restos do repasto, para ele poder saciar a sua fome. Ao desencarnarem, Lázaro ascendeu às regiões elevadas do plano espiritual, que os judeus consideravam ser o seio de Abraão, pois, consoante os ensinos explícitos do Sermão da Montanha, “bem-aventurados serão aqueles que passam fome, porque serão fartos”. O rico, que não havia aplicado os seus sentimentos de amor ao próximo, foi expiar, em penoso processo de remorso, o mau uso que fez do depósito, do qual Deus havia lhe confiado de forma temporária.
            Quando o rico experimentava o mais vivo sofrimento, vislumbrou o Espírito bondoso de Lázaro desfrutando de invejável situação, no gozo das recompensas espirituais a que fazia jus. Não podendo sopitar o seu espanto, exclamou, dirigindo-se ao Espírito iluminado de Abraão: “Permita que Lázaro vá molhar as pontas do seu dedo na água e venha refrescar a minha boca, pois, não suporto mais esta agrura”.
            A resposta que recebeu do Alto, foi taxativa: - “Lázaro não pode ir até aí, pois entre ti e ele existe grande abismo, pois, enquanto na Terra experimentaste glória e satisfação dos sentidos, ele apenas se defrontou com a fome e com as dores”.
            Não satisfeito com a resposta e com uma nesga de fraternidade dentro do coração, o rico voltou a pedir: - “Permita que Lázaro vá à casa do meu pai, avisar os meus irmãos para mudarem de proceder, para também, mais tarde, não virem parar deste lugar de sofrimentos”.
            Diante desse novo pedido, respondeu Abraão: - “Eles têm os ensinamentos de Moisés e dos profetas, que recomendam o amor ao próximo, eles que apliquem esses ensinos”.
            Não conformado ainda, o rico voltou a insistir: - “Mas se for um morto, a aconselhá-los, ouvirão melhor”. Merecendo de Abraão nova réplica: - “Se não ouvem os vivos, ainda que um morto ressuscitado lhes apareça e aconselhe, não ouvirão”.
            O homem é mero depositário, o administrador dos bens de Deus, por excesso de misericórdia, colocou em suas mãos, entretanto, severas contas lhe serão pedidas do emprego que tenha praticado, em virtude da aplicação do seu livre-arbítrio. O mau uso da riqueza consiste em aplicá-la exclusivamente para a sua satisfação pessoal. Por outro lado é benéfico o uso dessa mesma riqueza, quando dela resultar o bem para outros ou para uma coletividade. O apego aos bens terrenos constitui um dos maiores entraves ao aprimoramento moral e espiritual do homem, por isso, severa vigilância deve ser desenvolvida por aqueles que são aquinhoados com esses bens transitórios.
           

            Aproximando-se de Jesus Cristo, um moço rico de determinada cidade, lhe disse: - Bom Mestre, que farei para herdar a Vida Eterna? O Mestre não gostou do qualificativo e lhe disse: - Por que me chamas bom. Não há senão Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.
            O moço alegrou-se com a resposta e retrucou que desde a sua mais tenra juventude sempre havia guardado os mandamentos da lei. Ele julgou que isso era o bastante, entretanto, logo veio a segunda recomendação: - Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no Céu e vem, e segue-me.
            Em face dessa segunda prescrição, o moço entristeceu-se, e afastou-se cabisbaixo, porque era dono de muitas propriedades. Quando ele estava a certa distância, o Senhor asseverou aos seus apóstolos: - “É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, de que entrar um rico no reino dos Céus”.
           

            Cumpre aqui também extrair a letra que mata, deixando-se apenas o esplendor do Espírito que vivifica.
            O simples fato de ser rico não constitui um obstáculo irremovível para os Espíritos que descem à Terra, assim como também as palavras de Jesus não representam a proclamação automática da salvação dos pobres de bens materiais.
            Existem limitações para tudo o que existe sobre a face da Terra, e todos nós sabemos que a lei da reencarnação impõe, muitas vezes, condições as mais díspares para o Espírito reencarnado, o qual, uma vez pode nascer pobre e outra vez potentado, uma vez pária e outra vez um rei, uma vez rainha e outra vez escrava.
            O moço em apreço cumpria fielmente todos os mandamentos da lei estabelecida por Moisés, pois, isso nada lhe custava. Porém, quando o Messias lhe prescreveu o desapego aos bens terrenos, como condição sine qua non para a consecução da sua perfeição. Ele não se conformou e retirou-se muito triste, dando demonstração viva que dava maior valia às coisas do mundo do que as do Céu. A sua fortuna constituía sério obstáculo à sua ascensão espiritual: “Seria mais fácil passar uma grossa corda feita de pelo de camelo, pelo fundo de uma agulha”.
            Todavia, existem na Terra ricos que são verdadeiros luminares, autênticos apóstolos do bem. Por outro lado, também existem pobres que são verdadeiros verdugos e pessoas dotadas de incrível capacidade para praticar o mal.
             Devemos compreender que o Evangelho não foi revelado ao mundo para a transformação de todos os homens em miseráveis mendigos. Contrabalançando qual a esmola mais importante: a que socorre as necessidades de um dia, ou a que provê providências para uma vida inteira? E, qual, o rico que faz maior soma de bens: aquele que dá uma esmola a um mendigo, ou que dá uma fortuna para a edificação de um templo, ou o que edifica instituições de caridade, que provê empregos, distribui facilidades para a saúde, educação e amparo de muitas famílias, de uma grande coletividade?
            No mundo vivem os que entesouram os bens materiais, e os que acumulam bens imperecíveis nos Céus. Os primeiros se limitam a dar algumas moedas como esmola, ao passo que os últimos ligam suas existências a numerosas famílias, fazendo dos seus empregados, cooperadores e subordinados, o prolongamento de sua própria família. Ditosos os que repartirem parte dos seus bens com os necessitados, mas, bem-aventurados serão os que consagrarem-se ao bem das coletividades, distribuindo o progresso, e ajudando os desamparados da Terra a encontrarem meios de se ajustarem para vencer as duras tribulações da vida terrena. Felizes os que souberem servir a Deus com as riquezas que lhes foram confiadas como meros legados transitórios. Jesus Cristo proclamou que “aquele que der ainda que seja um copo de água a um desses pequeninos da Terra, é a Ele que estará dando, e de forma alguma perderá o seu galardão”.
            A riqueza, tanto como a pobreza, constituem provas muitas vezes rudes para os Espíritos em aprendizado terreno, e, tanto uma como a outra, podem ser motivo de quedas e de dores, de elevação e de felicidade.
            Muitos pobres, inconformados com a vida, apontam os Céus como responsável pelas suas desditas, tornam-se rebelados e perdem o fruto que poderiam auferir da vida terrena, tornando-se passíveis de novas reencarnações, e até com provas mais penosas, pois, a conformação com os imperativos impostos por Deus constitui uma autêntica virtude.
            AS MARAVILHOSAS PARÁBOLAS DE JESUS – Paulo Alves Godoy.


VALORES E POSSES

            Não somente o dinheiro constitui fortuna, conforme supõem muitos homens enganados, referindo-se à vida e às posses na Terra.
         Em diversas circunstâncias, o patrimônio amoedado se converte em aflição e desgraça, amargando as horas e, ao mesmo tempo, aniquilando a alegria, em detrimento da paz.
         Há fortunas de valor incalculável que apenas são consideradas nas suas significações legítimas quando perdidas. . .
         E são esses tesouros que merecem cuidados especiais, porquanto não exclusivamente o dinheiro se converte em pesada carga de responsabilidade.
         Como são conhecidos homens e mulheres cujos bens se transformam  em grades de presídio e corredores de loucura, outros existem, através de cujas abençoadas mãos a esperança e a saúde, o reconforto e a caridade escorrem em abundância, na direção das aflições humanas. São mãos estrelares que fazem fulgir e refulgir o amor divino como luarização do bem, amenizando as agonias de todo jaez. Por meio deles o progresso se desenvolve, as atividades se multiplicam benéficas, o carro da felicidade esparge oportunidades, a ciência investiga, as artes atingem as mais belas expressões, os males e as calamidades no mundo diminuem, sofrendo acirrado combate. . .
        

         Muitos dons humanos são fortunas inapreciáveis que não raro se convertem em cárcere e limitação de conseqüências calamitosas.
         Mesmo entre os chamados à lavoura do Evangelho, não poucos de utilizam da riqueza da palavra. Usam-na destrutivamente no comércio da maledicência, na alfândega da calúnia, no tribunal da acusação, no intercâmbio da intriga. E a palavra pode transformar-se, no entanto, em rota luminescente, pão de sustento, água refrescante a benefício de incontáveis corações. . .
         A juventude, campo sublime de aprendizagem, representa posse incomparável, que reúne as condições para a verdadeira felicidade. E malbaratam-na no jogo de prazeres embriagantes, na disputa de ouropéis enganosos, na aventura dos entorpecentes destruidores. . . Dela, assim, aplicada, decorrem alucinações e escravidão de longo curso, na qual muitos se perdem por anos a fio. . . 
         A saúde, doação excelsa de Deus, é poderosa riqueza que ninguém malbaratará inconseqüentemente. E jogam-na nos resveladouros da insensatez e da leviandade. . .
         A inteligência, elaborada através de milênios e milênios na escala evolutiva, traduz concessão libertadora que não se pode aplicar no sentido destrutivo, sem ácidos corretivos. Todavia, milhares e milhares de criaturas nublam-na, apagando as suas claridades sublimes, com as nuvens do ódio e do primitivismo moral. . .
         Riquezas, fortunas, poder, estão na própria indumentária carnal, à disposição de todo Espírito em romagem evolutiva, mediante as reencarnações redentoras.
         Mesmo quando temporariamente enfermo ou limitado um corpo, conduzindo o dispositivo reparador em forma de coerção ou sofrimento, é, para o espírito, excelente concessão do Alto a seu benefício, que lhe serve de bênção superior.
         Assim, examinando, não penses em moedas e notas fiduciárias, em cheques e depósitos, cédulas e promissórias para as necessidades aquisitivas imediatas.
         Penetra-te da certeza dos bens maiores com que a vida te aquinhoa e coloca em multiplicação os recursos de que te encontras possuído, espalhando alegria e entusiasmo por onde sigam os teus pés.
         Compadece-te sempre, socorre; exorta com amor, ajuda; perdoa generosamente, ama; harmoniza as expressões do verbo servir e usa as mãos na lavoura da semeação da esperança; movimenta o corpo na direção do dever e faze que se renovem sempre os valores poderosos de que te encontres possuído.
         És detentor de fortunas que jazem enferrujando ao abandono, ante os ladrões que as roubam e as traças da negligência que as gastam e paralisam.

         Jesus visitou a casa de Zaqueu, concedeu entrevista  a Nicodemos, aceitou o sepulcro novo doado por José de Arimatéia, como abençoando os tesouros amoedados e os seus mordomos temporários. No entanto, foi severo com Judas, retrucando, quando este se referiu ao valor do bálsamo com que a pecadora lhe banhava os pés e cujo produto, se vendido, poderia auxiliar os pobres: “Os pobres, vós os tereis sempre, mas a mim, nem sempre”.
         Preciosa lição, na qual toda fortuna aplicada na construção do amor é alavanca do progresso proporcionada por Nosso Pai para a grandeza do mundo e, ao mesmo tempo, ensinando que as fortunas pessoais, que todos detemos mediante a reencarnação, representam a nossa oportunidade para crescer em plena glória solar na direção do Rei Divino, que nasceu numa estrebaria para alar-se às estrelas desde os braços de uma Cruz.

            “Porque onde está o vosso tesouro, aí estará, também, o vosso coração”. (Lucas: 12-34)
                “Os bens da Terra pertencem a Deus, que os distribui a seu grado, não sendo o homem senão o usufrutuário, o administrador mais ou menos íntegro e inteligente desses bens”. (Cap.XVI – Ítem 10)

FLORAÇÕES EVANGÉLICAS  - Joanna de Ângelis – Divaldo Pereira Franco – Cap.49.

DINHEIRO NO ASSUNTO


Você deseja saber,
Meu caro Breno Monteiro,
Como se vê, de outro mundo,
A presença do dinheiro.

Dinheiro visto do Além,
Atente bem para isso,
É motor de evolução,
Alavanca de serviço.

Lembrando estudos no Alto,
Um pensamento me alcança:
-          “Finança gera trabalho,
Trabalho gera finança.

“Pense no brilho celeste
Das bênçãos que se arrecade,
Sob a forma de moedas
No cambio da caridade.

Ninguém conhece na Terra
Toda a luz que se derrama
Da moeda de passagem
No coração de quem ama.

Moeda, em nome do  amor,
Não consigo descrevê-la,
Onde surge auxiliando
Mais se parece a uma estrela.

Aqui, apoia mães tristes,
Agindo discretamente,
Ali, restaura a alegria
De uma criança doente.

Faz-se depois teto amigo,
Defesa da vida sã,
Remédio aplicado hoje
Para a saúde amanhã.

Além, transforma-se em livro,
Alimento, roupa, escola,
Mão generosa da bênção
Que recupera ou consola.

Além de tudo, o dinheiro
Com grandeza que não meço,
Faz-se argamassa invisível
Na construção do progresso.

É máquina multiforme,
É torre de grande altura,
Comércio, fraternidade,
Educação que se apura.

Dinheiro, em nome de Deus,
Nunca fez males que eu visse,
O que atrapalha a moeda
 É a unha da sovinice.

Finança, por si, não cria
Loucura, dor, abandono. . .
Veja essa frase expressiva:
- Dinheiro retrata o dono.

O crédito sem trabalho
E o cofre cheio e infecundo,
São duas calamidades
Roendo as forças do mundo.

O dinheiro que apareça
Com passaporte no bem,
É sempre apoio da vida,
Não prejudica a ninguém.

Disse o Cristo: “céu aos ricos
Nem “sempre é fácil de achar...”
É que o pão duro já vive
No inferno particular.


BAÚ DE CASOS  - Cornélio Pires – Chico Xavier – Cap. 18









TEMA
INCENTIVO INICIAL
ATIVIDADE
Desigualdade de riquezas. Prova da pobreza e da riqueza.
Apresentar uma figura de revista ou desenho de uma fábrica.
Questionar: se não houvesse o dono, existiria a fábrica? E se não houvessem os empregados, existiria a fábrica?
Cópia só de Lázaro. A criança pinta a lápis e recorta individualmente e fixa num canudo ou palito de picolé ou churrasco.
    






Texto explicativo retangular com cantos arredondados: Quem era Lázaro?
Como ele vivia quando estava vivo?
O rico conhecia Lázaro?
Por que não ajudava Lázaro?
Por que é difícil ser rico? (Com o dinheiro se consegue muito fácil o que se precisa. Muitas vezes não queremos trabalhar, nos achando melhor que os outros).
Todo rico faz igual a esse da parábola?
O que um rico poderia fazer de bom com seu dinheiro para ajudar os pobres como Lázaro?
O que pode se aprender com a pobreza? (Trabalhar, não ter inveja das pessoas que possuem mais coisas – ser humilde).
Todo o pobre é bom e todo rico é egoísta?
Podemos ajudar os pobres sem termos dinheiro? (Ensinando, tratando-os com respeito)
 

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